A gestão hospitalar integrada, em nuvem
O hospital e a clínica a funcionar como um todo — do primeiro registo do paciente à factura certificada. Cada informação é registada uma só vez e reutilizada, com segurança, por todos os serviços autorizados.
Tudo o que precisa, num só lugar
Ficha clínica electrónica
História do paciente completa e segura, no padrão internacional HL7 FHIR.
Marcações e agenda
Consultas marcadas em segundos, agenda do médico sempre actual.
Facturação certificada
Facturas em série certificada, prontas para a Autoridade Tributária.
Farmácia e stocks
Medicamentos, lotes e validades sob controlo permanente.
Relatórios de gestão
Produção clínica e receita, lado a lado, em tempo real.
Segurança e privacidade
Acessos por perfil (RBAC), autenticação forte (MFA) e dados isolados por instituição.
E ainda: Internamento e leitos · Laboratório · Imagiologia (DICOM) · Triagem de Manchester · Portal do Paciente e telemedicina — activados por fases.
Um fluxo contínuo, sem redigitação
- Recepção
- Marcação
- Consulta
- Factura certificada
- Pagamento
Conformidade, desde o primeiro dia
Facturação certificada pela AT
Séries certificadas, numeração sequencial automática, documentos invioláveis após emissão e extracção para a comunicação mensal à Autoridade Tributária.
Dados de saúde protegidos por desenho
Os dados de saúde são especiais: a plataforma antecipa o quadro moçambicano de protecção de dados, com consentimento, minimização, auditoria imutável e residência de dados por país.
Perguntas frequentes
O que é um SIGH?
Sistema Integrado de Gestão Hospitalar: uma plataforma única que liga a área clínica (consultas, internamento, farmácia, laboratório), a área financeira (facturação, tesouraria) e a relação com o paciente.
Serve para clínicas pequenas?
Sim. A implementação é faseada: uma clínica pode começar apenas com recepção, agenda e facturação certificada, e crescer módulo a módulo.
A facturação cumpre os requisitos da AT?
A plataforma é desenhada para os requisitos de certificação da Autoridade Tributária; a certificação e autorização junto da Direcção de Área Fiscal fazem parte do processo de implementação de cada instituição.
Funciona com quebras de internet?
Os pontos críticos — recepção e caixa — têm captura local com sincronização diferida, para o atendimento nunca parar.
Os dados clínicos ficam em que padrão?
No padrão internacional HL7 FHIR (R4), o que garante interoperabilidade com equipamentos, seguradoras e reporte nacional, e protege o seu investimento.
Como começa a implementação?
Com um piloto numa unidade, que valida o ciclo completo — do registo do paciente à factura certificada — antes de escalar aos restantes serviços.
Veja o aiKareHealth a funcionar
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